O MELHOR AMIGO (Allan Deberton, 2013)


O cinema nacional está cada vez criativo, ano após ano se superando e superando suas próprias barreiras, os atores não se importam mais em interpretar personagens homossexuais, assim como os diretores não tem mais vergonha de jogar diante da tela, o que é real, o que de fato acontece na vidas das pessoas. Só que infelizmente alguns diretores ainda não sabem fazer isso da melhor forma, ou pecam em algum momento – esse é o caso do curta O Melhor Amigo, curta que infelizmente nada, nada mas, acaba morrendo na praia. O curta narra o primeiro dia de férias, Lucas e Felipe que decidem ir à praia. O passeio se mostra revelador para Lucas, que é tomado por sentimentos inesperados surgindo, então, uma paixão platônica e oculta. Tudo acaba ai, o curta se priva o tempo inteiro que quebrar barreiras, fica naquele clássico jogo de chove não molha, de olhares e deixa o espectador à deriva, abrindo espaço para interpretações onde não existe, os diálogos são ruins, o ator que interpreta Felipe exala o quanto ele é ruim, por outro lado Jesuíta Barbosa, está cada vez mais a vontade em personagens homossexuais, no fim das contas é um curta que não fala nada, por falta de ousadia.

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